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Porteiros nota 10 dão show de simpatia e responsabilidade em prédios

No Dia do Porteiro, profissionais dizem que jogo de cintura é o segredo do bom trabalho

Porteiros nota 10 dão show de simpatia e responsabilidade em prédios

No Dia do Porteiro, profissionais dizem que jogo de cintura é o segredo do bom trabalho

O porteiro Alexandro PatrocÌnio, 39 anos, e o morador Gelson Oliveira, 71 anos, engenheiro

Sempre com um sorriso estampado no rosto e muita simpatia. Enquanto conversava com a reportagem, o porteiro Alessandro Patrocínio Ribeiro, 39, abriu o portão para moradores, recebeu correspondências, atendeu o telefone, enfim, não parou. Assim ele vive a rotina de porteiro, profissão que tem sua data comemorativa celebrada hoje.

Há 10 anos Alessandro faz parte da rotina dos condôminos do Edifício Costa do Marfim, na Praia do Canto, em Vitória. Ele já trabalhou como garçom e como auxiliar de serviços gerais, mas foi como porteiro que se encontrou.

“Trabalhava de segunda a segunda, e como porteiro trabalho 12 horas por 36, sobra mais tempo para fazer ‘biscates’ e sobra mais tempo para eu descansar”.

Alessandro conta que no prédio são 26 apartamentos e uma média de quatro pessoas moram em cada um. Ou seja, é muita gente, e cada um com uma personalidade diferente. Para muitos, lidar com tantas personalidades distintas seria um desafio, mas Alessandro encara com muita simpatia.

“A gente acaba acostumando com o ritmo das pessoas, quem entrasse agora estranharia um pouquinho porque não sabe quem é quem. Mas a gente que já é velho no prédio, já sabe o temperamento de cada um”.

E se há morador mais “estressado”, também há aqueles que enchem o porteiro de carinho.

“É ótimo lidar com o carinho dos moradores, que acabam sendo a minha segunda família. Quando somos tratados bem, a gente se anima mais para trabalhar. Se um morador trata a gente com ignorância a gente acaba perdendo o gosto pelo trabalho”.

Décadas

É com orgulho que Elias Freire, 55, conta quanto tempo trabalha como porteiro. “Há 33 anos trabalho nos condomínios Guaçuí e Linhares, em Santa Luzia, Vitória”.

Ele conta que o porteiro não fica só na portaria, mas faz pequenas gentilezas para tornar a vida dos moradores melhor. “Ajuda um cadeirante, carrega uma mala. Tem porteiro que faz até serviço de eletricista e pedreiro, o que garante uma renda extra”, revela.

Ao longo dessas três décadas Elias já viu muita criança crescer. E até se orgulha de ver alguns pequenos que pegou no colo atuando como juízes, médicos e professores. “Eles cresceram, mudaram dos prédios e até hoje somos amigos. Todos os moradores são como filhos”, conta.

Além de acompanhar o crescimento das crianças, Elias também acumula boas histórias, algumas engraçadas, outras nem tanto. “Já vivi várias histórias engraçadas, mas não posso contar, senão o morador vai ler a matéria e vai ficar constrangido, vai saber que eu que contei”, diz em tom de brincadeira.

Para ser um porteiro nota 10, a receita tanto de Alessandro quanto de Elias é a mesma: muito jogo de cintura.

“Temos que ser atenciosos, prestativos e muito gentis, porque a gentileza faz muita diferença. E tem que ter um bom jogo de cintura, para tentar agradar todos os moradores, porque cada um tem uma personalidade, mas tratamos todos com a mesma gentileza”, diz Elias.

 

Publicado em 09/06/2017

Autora: Tatiana Moura (online@redegazeta.com.br)

Foto: Carlos Alberto Silva

Link da matéria original: https://www.gazetaonline.com.br/noticias/cidades/2017/06/porteiros-nota-10-dao-show-de-simpatia-e-responsabilidade-em-predios-1014064252.html

 

 

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